7.6.12


Em 2007, a Petrobras, por meio do Centro de Informações do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – COMPERJ teve a iniciativa de realizar investimentos na região com a implantação  do Complexo  Petroquímico  do  Rio  de Janeiro  (COMPERJ),  no  município  de Itaboraí,  trazendo mudanças  significativas para a atual configuração  econômica, populacional, urbanística, habitacional, ambiental, de mobilidade urbana, ordenamento territorial, educação, saúde e segurança urbana em toda a região.

Neste contexto, o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do leste Fluminense - CONLESTE - surge como o instrumento de parcerias e de alianças  intermunicipais,  para  propiciar soluções integradas  e  compartilhadas aos desafios comuns, a fim de potencializar os aspectos positivos do COMPERJ e minimizar seus aspectos negativos. O consórcio assume o papel de integrador e planejador de políticas que possibilitem o desenvolvimento sustentável dos onze municípios que o conformam, entre eles o município de São Gonçalo (RJ).

 O artigo irá dispor algumas informações referentes às áreas verdes de São Gonçalo, com base no relatório de acompanhamento de São Gonçalo no ano de 2007.

O município de São Gonçalo apresentava 22% de sua área coberta por remanescentes  florestais, encontrados em topos de maciços costeiros na divisa com Niterói e em pequenas áreas na porção norte do município.


São Gonçalo possuía 0,2% de seu território protegido por unidades  de  conservação  de  proteção integral, correspondendo a uma pequena  porção da  Estação  Ecológica da Guanabara. Especificamente, no ano de 2007, não houve a criação de nenhuma nova unidade de conservação de proteção integral. 


Com relação ao percentual de domicílios particulares urbanos com acesso às redes gerais de água e esgoto no município de São Gonçalo, no  ano de 2007, o município apresentava 49,56% dos seus domicílios permanentes urbanos com acesso ao serviço de abastecimento  de  água,  enquanto a média do Estado era de 98,74%, percentuais um pouco  mais  baixos  do que  os  encontrados  em 2006, quando  o  seu  índice era de 48,74% e a média  do  Estado era  98.80%.  

Quanto ao serviço  de  esgotamento sanitário, os dados fornecidos pela CEDAE apontam que somente 3.207  dos  350.106  domicílios  particulares  permanentes  urbanos  possuíam acesso  ao  serviço,  em  2007,  ou  seja, 0,92%  dos  domicílios.  Esta  cobertura era  proporcionalmente  ainda  menor do que a encontrada em 2006, quando este índice atingia 1,34%, enquanto a média  do  Estado  era  de  63,31%,  demonstrando continuidade do estado de precariedade.



Referências:

ONU/HABITAT. Relatório de Acompanhamento: Os Objetivos do Milênio: São Gonçalo em 2007. In:Garantir a sustentabilidade ambiental. 2007





Sobre o Autor:
Wilson Santos de Vasconcelos Wilson Santos de Vasconcelos é editor do Blog Tafulhar. Formado em sociologia pela UFF e mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE.

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